quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Governo do Ceará entrega mais de 2.700 instrumentos musicais e acessórios para incrementar 60 bandas municipais

Foto: reprodução YouTube/ Elenildo Eduardo

Nesta quinta-feira (21), às 9 horas, no Centro de Eventos do Ceará, o Governo do Ceará realiza a entrega dos instrumentos musicais para os 60 municípios contemplados no programa “Toda Banda de Música é uma Escola”. Participam da solenidade o governador Camilo Santana, a vice-governadora Izolda Cela, a primeira-dama do Ceará, Onélia Santana, o secretário da Cultura do Estado, Fabiano Piúba, além de prefeitos(as) dos municípios.

Estão sendo cedidos para cada um dos selecionados um kit com 46 itens, dentre instrumentos e acessórios musicais. No total, serão 2.760 itens repassados às bandas municipais


 

Consumidores que se sentirem lesados nas contas de água e luz podem recorrer à Defensoria Pública

 

Poderá aderir ao parcelamento qualquer cliente com dívida em aberto com a Companhia por mais de 30 dias(foto: Reprodução)

A Defensoria Pública do Ceará pode atuar nas frentes jurídica e administrativa de casos envolvendo serviços essenciais, como energia e água. Segundo a entidade, o Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) e os Juizados Especiais podem ser procurados após a identificação de irregularidades nas cobranças. Apenas entre janeiro e setembro deste ano, o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) recebeu 962 reclamações da população referente aos serviços.

 

“Cerca de 70% das demandas que a gente recebe referentes a estas situações têm como pano de fundo cobranças indevidas, recuperação de energia e problemas com a titularidade das contas”, reflete o defensor público Dani Esdras. Ele atua na 22ª unidade dos Juizados Especiais Cíveis, onde a população pode recorrer ao sentir-se lesada. Ao todo, foram contabilizadas 557 reclamações da população referente à Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e 405 relacionadas à Companhia Energética do Ceará (Enel).


Respectivamente, as empresas estão em primeiro e segundo lugares no ranking de reclamações do órgão. Dani pondera, contudo, que os altos índices de reclamações sobre Enel e Cagece também estão relacionados à grande base consumidora. Por prestarem serviços essenciais e terem muitos clientes, logo, as reclamações são mais frequentes.

 

Segundo Amélia Rocha, supervisora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), a maior parte das demandas traz indícios de cobranças indevidas. Dessa forma, o consumidor deve ficar atento caso o aumento supostamente desproporcional esteja relacionado a questão ou se tem a ver com o aumento das tarifas das concessionárias. Ela aconselha analisar o histórico de consumo dos últimos dois anos.

 

“É muito importante observar os kilowatts (nas contas de energia elétrica) e o consumo em metros cúbicos (nas contas de água). Pode haver uma diferença tarifária. Não necessariamente o valor da conta reflete o consumo, mas é a partir do consumo que notamos se há indícios de cobrança indevida”, alerta Amélia Rocha.

 

Para Luciana Cordeiro, supervisora das Defensorias Cíveis, também é comum que a concessionária entenda que o consumidor cometeu alguma irregularidade ou infração. “É muito comum a concessionária ver que o medidor de energia ou de água foi violado. Para a concessionária, o responsável é o titular da conta, que pode receber penalidades. Muitas vezes, o consumidor diz que não mexeu e questiona a multa”, explica.

Serviço

Núcleo de Defesa do Consumidor – Nudecon

Celular: (85) 9 9409-3023

E-mail: nudecon@defensoria.ce.def.br

Juizados Especiais Cíveis

Telefone: (85) 98982-9230 e (85) 9 8975-4449 (ligação e whatsapp) – atendimento das 8 às 12 horas e de 13 às 17 horas

(O POVO)


Justiça condena profissional, gestor e espólio envolvidos em contratação irregular em Nova Olinda

 

O pedido do MP para condenação de gestores municipais do Município, pela contratação ilegal de profissional que prestou serviços à Prefeitura através da Secretaria Municipal da Saúde por quatro anos.

Após Ação Civil Pública do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), ingressada pelo promotor de Justiça Daniel Ferreira de Lira, titular da Promotoria de Justiça de Nova Olinda, a Justiça julgou procedente, nesta terça-feira (19/10), o pedido do MP para condenação de gestores municipais do Município, pela contratação ilegal de profissional que prestou serviços à Prefeitura através da Secretaria Municipal da Saúde por quatro anos. O juiz de Direito da Comarca, Herick Bezerra Tavares, condenou a profissional contratada, o secretário de Saúde e o espólio do prefeito ao pagamento de multa referente ao dano causado ao erário e ressarcimento. 

 

Segundo aponta Inquérito Civil Público, durante o ano de 2015, Renata Correia Teles Sampaio prestou serviços genéricos para a Prefeitura de Nova Olinda, recebendo, mensalmente, valores entre R$ 5.000,00 e R$ 5.500,00. Ela havia sido contratada pela administração municipal também em 2012, 2013 e 2014, durante a gestão do então prefeito Francisco Ronaldo Sampaio, já falecido. Renata Correia era contratada para prestar assessoria na área de biomedicina, serviços de assessoria e digitação e para realização de curso de capacitação junto à Secretaria de Saúde. 

 

Contudo, conforme as investigações, ela apenas rubricava folhas emitidas pelo Laboratório Central (Lacen) do Município de Crato, pelo período de uma hora, uma vez por mês e sem comprovação de atividades exercidas nos anos anteriores a 2015. O prefeito à época das contratações, Francisco Ronaldo Sampaio, era primo do cônjuge de Renata Correia, o que indica beneficiamento de relação familiar. Além disso, o então prefeito utilizava veículos adquiridos e financiados em nome de Raimundo Sampaio, o cônjuge de Renata. Pedro Neto de Sousa era o secretário de Saúde durante os quatro anos em que ela manteve vínculo empregatício privilegiado, dissimulado por licitação fraudulenta e direcionada. 

 

Assim, o Juízo julgou procedentes os pedidos para condenar Pedro Neto de Sousa e Renata Correia Teles Sampaio pela prática de ato de improbidade caracterizado pelo dano ao erário, sentenciando ressarcimento integral do prejuízo ao erário no montante de R$ 44 mil e pagamento de multa civil no valor equivalente a duas vezes a quantia do dano, R$ 88 mil. O Juízo condenou Pedro Neto a contratar com o Poder Público por 5 anos e Renata Correia, por 10 anos. Sobre a suspensão dos direitos políticos, o prazo para ele é de 5 anos e, para ela, de 8 anos. 

 

A Justiça condenou ainda o espólio de Francisco Ronaldo Sampaio a ressarcir o erário em R$ 44 mil. Os réus Renata Correia Teles Sampaio, Pedro Neto Sousa e o espólio foram condenados ao pagamento de dano moral coletivo de R$ 20 mil, cada, em favor do Município de Nova Olinda.

(Assessoria de Imprensa- Ministério Público do Estado do Ceará)

terça-feira, 19 de outubro de 2021

32 PMs acusados de participar de motim de 2020 são absolvidos pela Justiça

 

Manifestantes mascarados se concentram em batalhão da PM em Fortaleza, no segundo dia da greve de policiais. JARBAS OLIVEIRA (EFE)

A Vara da Auditoria Militar, da Justiça Estadual, absolveu de forma sumária 32 policiais militares acusados de participar do motim em fereveiro de 2020. Na semana passada outros dez policiais foram absolvidos.

 

O juiz Roberto Soares Bulcão Coutinho, junto do Conselho Permanente da Vara Militar, absolveu 32 policiais  em dez sentenças. Os militares foram denunciados pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) por crimes como omissão de eficiência de força, omissão de lealdade militar e atentado contra viatura.

 

A tese é de que os policiais estavam na rua de serviço quando foram abordados por outros PMs que os obrigaram a entregar a viatura e aderir ao movimento de amotinados. As viaturas foram inutilizadas para o trabalho com danos nos pneus.

 

Veja a lista de absolvidos:

 

3º SGT PM Raimundo Nonato Costa Ferreira

SD PM Alex Tarlyê de Sousa Lima

SD PM Cícero Nogueira de Lima

CB PM Elizeu Marques dos Santos

SD PM Josué Hederson de Lima

SD PM Jonas Tadeu Cardoso de Sousa

2º SGT PM Fabiano dos Santos Nascimento

SD PM Paulo Cesar Vieira de Oliveira

SD PM Everton Luiz Sá Araújo

CB PM Dyego Arystenio Souza

SD PM Lucas Cassiano da Silva Lima

SD PM Robertinho Alves Bezerra

ST PM Bonfim Rodrigues da Silva

SD PM Aparecido Monteiro Leal

SD PM Leonardo Leite da Silva

1º SGT PM Ricardo Silva de Andrade

CB PM Adriano Freitas de Sousa

ST PM Odair José Canuto de Souza

1º SGT PM Jansen Cairo Pinheiro Pio

CB PM Antônio Waldinei Cunha Braga

CB PM André de Oliveira Mendonça

SD PM Eduardo Gomes Ferreira

1º SGT PM Cristian Fernandes Araújo

SD PM Gustavo da Silva Nascimento

SD PM Antônio Leite Saraiva Neto

ST PM Francisco Edinaldo Freitas da Silva

1º SGT PM Carlos Adriano da Silva Plácido

CB PM Gilberto Wander dos Santos Costa

CB PM Gleuber Oliveira Rocha

2ºSGT PM Anailton de Araújo Monteiro

SD PM José Cleiton Ferreira Moreira

SD PM Paulo Dutra Gomes



Aos 19 anos, João Gomes tem cachê de R$ 400 mil e diz que a ficha ainda não caiu

 

O fenômeno do "piseiro" é número 1 nas plataformas digitais (Imagem: reprodução Instagram)


João Gomes, de 19 anos, fenômeno do piseiro, falou ao jornal Extra sobre o sucesso alcançado entre o público.

 

Há 50 anos, Belchior ganhava um festival estudantil de música com “Na Hora do Almoço”. A letra, um grito imaginário de socorro de um jovem diante do silêncio de uma família à mesa, com seus segredos e suas mazelas, tem preenchido alguns momentos reflexivos de João Gomes na estrada. O atual fenômeno do piseiro, número 1 nas plataformas digitais, talvez nem imaginasse que os versos que cita, cantando (“minha avó me chama. É hora do almoço”), teriam mais em comum com sua vida do que a parte que entoa com seu vozeirão grave, que parece carregar junto da novidade que ela representa no cenário do forró, uma melancolia, algo meio empoeirado, que nem terra seca.

 

Aos 19 anos, João não venceu um concurso de música como uma de suas referências, mas estourou. Como representante de uma geração em que o mundo digital é a grande vitrine, foi fazendo vídeos com um celular (“só filmava de dia”) que ele ganhou as primeiras curtidas de colegas, músicos e público na região de Petrolina, em Pernambuco, para onde se mudou bem pequeno.

 

Entre um vídeo e outro, João passou a cantar em festas regionais, como as vaquejadas. “A gente ia na cara e coragem mesmo. Meu amigo Mario com uma sanfoninha velha, um ou outro amigo com instrumentos e eu cantando. Na primeira vez, a gente só sabia três músicas. Acabava, e a gente trocava de caminhão (na vaquejada é comum que os donos de animais tenham caminhões para transporte dos cavalos e nas festas os transformem em minipalcos). Devo ter cantado nuns 50 caminhões, viu?”, diverte-se.

João Gomes e Tarcisio do Acordeón - Foto: reprodução

O nome de João começou a correr o circuito dos vaqueiros. Além de cantar, ele compõe. E a primeira escrita, “Eu Tenho a Senha”, tinha sido gravada por Tarcisio do Acordeón, bem famoso no eixo Norte-Nordeste. Ou seja, faltava o menino aparecer e alguém para acreditar. “Eu tinha uma promessa do empresário, que me pedia sempre paciência. Às vezes, pensava em voltar pra lavoura, terminar meus estudos em agropecuária e esquecer disso tudo. Mas a música sempre falou mais alto dentro de mim, eu nem sei dizer o motivo. Eu era criança, ouvia o rádio e pensava: ‘Será que um dia vou ter capacidade de fazer música assim?”, relembra.

 

Teve. Meio cabisbaixo, desacreditado em si mesmo, ouviu do pai a frase que transformaria a ansiedade em inspiração. “Ele viu que eu estava meio triste em ter vendido a primeira música e ainda não ter gravado o CD prometido, e me falou: ‘Não pense nisso, não. Que daqui a pouco você escreve outra e vai ser melhor que essa ainda”. Parece que ele tirou um peso de mim”, conta

 

No dia seguinte nascia “Meu pedaço de pecado”, que virou hit, caiu na boca de artistas famosos e colocou João nas paradas, entre os grandes. Contrato assinado, investimento na carreira. Só faltava uma coisa.

 

“Quando começamos, prometi ao Jeovanny (sanfoneiro) que assim que pudesse daria a ele uma sanfona nova. Ainda não tinha conseguido”, recorda. No mesmo dia em que chegou seu primeiro ônibus, plotado com seu rosto, para as viagens com a banda, também chegou a sanfona do amigo: “Acho que chorei mais por ela do que pelo Galegão”.

Cantor de vaquejada João Gomes se emociona ao comprar seu primeiro ônibus (Foto: Reprodução/Instagram)


Galegão é o nome do veículo. Embora João agora já tenha um segundo, já que o primeiro ficou pequeno para as 26 pessoas que estão no palco com ele. E se tem uma coisa que ele não abre mão é de ter os seus nas mesmas condições que ele. “Não faço nada sozinho, meus amigos estão comigo. Começamos juntos, vivemos o ruim juntos, e agora estamos vivendo o que sonhamos. Minha responsabilidade é muito grande. Com eles, com a família deles, com o trabalho”, enumera o cantor, que ainda sendo um garoto carrega a maturidade de quem já viveu demais.

 

Talvez a razão esteja na infância. Os pais se separam quando ele tinha 2 anos. A mãe trabalhava fora, e João ficava só. Com seus poucos brinquedos e o rádio ligado. Tornou-se circunspecto. O pai tinha uma barbearia na frente da casa da avó. Quando João estava ali, ficava calado. “Meu pai dizia que ali tinha todo tipo de gente. Então, ele falava para eu ficar quetinho, ouvir e não interagir com os clientes. E eu ficava horas lá, só ouvindo. Acho que isso me tornou alguém mais tranquilo, que observa muito”, justifica.

 

Quando estava na barbearia, recebia R$ 10 por dia para varrer o chão. O pai nunca quis que João tivesse a mesma profissão que o avô teve, repetindo assim uma tradição, quase sina familiar. A avó paterna, com quem João morou a partir dos 14 anos, tinha medo de o neto quebrar a cara. A mãe idem. Pedia para ele estudar. “Meu plano A sempre foi trabalhar com agricultura. Passei no Instituto Federal do Sertão para cursar Agropecuária e meu futuro seria na roça”, diz.

O pernambucano ingressou no curso técnico integrado em Agropecuária – Foto: reprodução/Instagram


 A terra, porém, não será abandonada. João quer, no futuro, “ter uma roça para viver como o avô”. Até lá, espera pisar em todos os palcos que puder. Agenda lotada. Segundo fontes do mercado, os shows que começaram em R$ 80 mil, hoje já chegam a R$ 400 mil dependendo da data.

 

João não se empolga a falar de dinheiro. “Se eu quisesse hoje eu poderia ter uma picape, um carrão. Mas para quê? Estou na estrada e não ia poder dirigir. Podia comprar um casarão, com piscina e tal, mas nem iria conseguir dormir um dia nela, pois passaria o mês viajando. Sou muito pé no chão”, garante: “Prefiro arrumar a casa da vó, levantar a laje da casa do meu pai…”.

 

A simplicidade de João está até nas roupas com as quais se apresenta. “Uma botina de vaquejada que não tiro do pé, uma calça, uma camisa polo e um boné”, descreve. Boné, inclusive, virou marca registrada. Tem um monte, mas só usa dois. E alguns até com propaganda de um comércio local de onde ele esteja.


 Aplaudido por Neymar, Hulk, Ivete Sangalo e Wesley Safadão, ídolos da sua infância, João jura que não se deslumbra. Tímido, coloca nas músicas românticas que faz a saudade do que ainda não viveu. Namorada ele garante que não tem. “Me apaixono na mesma velocidade que desapaixono. Aí, vira música”, explica, maroto.

 

A cada dez frases que diz com seu sotaque carregado, pelo menos uma tem Deus no meio. Criado no catolicismo, cantor de coral, João não tem só nome de santo. Ele é dono, afirma, de uma fé inabalável. “Não sei explicar. Não é por causa de religião. Apesar de ter sido crismado e batizado, é algo que sempre veio de dentro. Tem gente que vai à igreja e não tem a mesma fé. Não que eu tenha mais que os outros, não. Mas nunca deixo de agradecer a Deus por tudo o que vem me acontecendo, por ter estado comigo nos piores momentos, por ter me perdoado quando fui alguém ruim. Eu sinto necessidade dessa troca com Ele”, argumenta.

 

Na última quinta (14), pela manhã, no interior do Pará, onde fez um show lotado na noite anterior, João Gomes tomava banho quando ocorreu uma dessas “trocas”: “A água caindo assim e de repente era como se eu olhasse pra mim mesmo, sem acreditar no que estou vivendo. Me perguntava: ‘Será que sou eu mesmo?’. Até outro dia eu não era ninguém, e agora… Só pode ser Deus”. Ainda lembrando Belchior, o verso de “Apenas um Rapaz Latino Americano” sintetiza bem a história de João Gomes: “Mas trago de cabeça uma canção do rádio em que um antigo compositor baiano me dizia: Tudo é divino, tudo é maravilhoso”.

 

 

 

 

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

x-Presidente Da Câmara De Aurora, Aderlânio Macêdo Terá Que Devolver Mais De 40 Mil Reais Aos Cofres Públicos

 

Foto: reprodução

O Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Manassés Pedrosa Cavalcante julgou  irregulares as contas  do ex-presidente da Câmara Municipal de Aurora,  José Aderlânio Macedo, referente ao ano de 2017, fazendo com que ele tenha  que devolver aos cofres públicos valores que ultrapassam a casa dos 40 mil reais. Aderlânio é irmão  do ex-prefeito Adailton Macêdo, derrotado nas ultimas eleições.


Esse valor de mais de 40 mil reais refere-se a aplicação de  multa ao  no valor total de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais) e  débito no valor de R$ 36.100,00 (trinta e seis mil e cem reais), a ser devidamente atualizado, o qual deverá ser recolhido no prazo de 30 dias.

 

O relatório relativo aos processos 41988/2018-2 e 40598/20218-6  ainda pede para oficiar  à Prefeitura Municipal de Aurora, que caso  Aderlânio Macedo  não pague a divida no prazo, seu nome deve ser inscrito na divida ativa municipal.

                                     

A  Equipe Técnica do TCE detectou  o Poder Legislativo, quando Aderlanio Macedo era presidente  empenhou despesas a título de Obrigações Patronais (R$ 191.916,49) em favor do INSS. No entanto, realizou o pagamento parcial de referida quantia.

 

 Após reexaminar os documentos a  Equipe Técnica, informou que, face ao não envio das portarias, processos de pagamento e não comprovação dos deslocamentos respectivos as diárias, entende pela imputação do débito ao responsável no valor de R$ 36.100,00 (trinta e seis mil e cem reais).

( Flávio Pinto)

 

Criança de 6 anos morre atropelada em Coreaú

 

A escola em que a criança estudava lançou nota de pesar em razão da morte do menino(foto: Foto: reprodução/Redes Sociais)

Uma criança de 6 anos morreu atropelada no distrito de Boqueirão, no município de Coreaú, a 297 quilômetros de Fortaleza, no último sábado, 16, enquanto atravessava uma via para ir ao encontro do pai. Davi Luís de Lima chegou a ser socorrido para uma unidade hospitalar, mas já chegou sem vida ao hospital.


O colégio onde a criança estudava, a Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Vereador Raimundo Cardoso, localizada no distrito, escreveu uma nota de pesar lamentando a morte do menino.


A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas no local da ocorrência. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), um inquérito policial por portaria foi instaurado em virtude da ausência da detenção do condutor do veículo, na Delegacia Regional de Sobral, unidade plantonista da Polícia Civil.

 

O carro foi apreendido e o pai do condutor foi ouvido, informando que o motorista é um homem habilitado de 20 anos. Ele alegou que o filho estava correndo risco de linchamento no local do acidente e, por isso, fugiu após prestar os primeiros socorros à criança. O inquérito foi transferido para a Delegacia Municipal de Coreaú, que segue à frente das investigações.

 (O POVO)