Ceará Acontece: Sobe aprovação de Bolsonaro, diz pesquisa Datafolha

sábado, 15 de agosto de 2020

Sobe aprovação de Bolsonaro, diz pesquisa Datafolha


O presidente Jair Bolsonaro está com a melhor taxa de avaliação desde o início de seu mandato, informa pesquisa Datafolha publicada hoje pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Conforme o levantamento, 37% dos brasileiros consideram o governo bom ou ótimo, 5 pontos a mais do que o registrado na pesquisa anterior (23 e 24 de junho).

No mesmo período, a desaprovação (soma dos que consideravam ruim ou péssimo) caiu 10 pontos: de 44% para 34%. Outros 27% classificam o governo como regular. O Datafolha entrevistou 2.065 pessoas por telefone nos dias 11 a 12.

A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Antes desta rodada, a melhor taxa de aprovação havia sido 33%, registrada em duas ocasiões. Já a rejeição voltou ao patamar dos seis primeiros meses de mandato, com taxa próxima de 30%.

Nordeste

A taxa de rejeição a Bolsonaro caiu de 52% para 35% no Nordeste. No polo oposto, a aprovação subiu 6 pontos, para 33%.

A pesquisa sugere haver uma correlação com a distribuição do auxílio emergencial de R$ 600. Entre os que fizeram o pedido e receberam o benefício, 42% acham Bolsonaro ótimo e bom, taxa ligeiramente acima da média geral. Entre os que não fizeram, o resultado é 36%.

Nos nove estados Nordeste, região que concentra 27% da população, 45% dos moradores recorreram ao auxílio, diz a reportagem.

Bolsonaro também melhorou seu desempenho no Sudeste Nos quatro Estados da região mais populosa do país, sua aprovação subiu de 29% para 36%; a rejeição caiu de 47% para 39%. Uma das quedas mais significativas na rejeição ao presidente, destaca a publicação, ocorreu entre os mais jovens (16 a 24 anos).

Nesse grupo, o ruim e péssimo foi de 54% para 41%. Com todas essas mudanças, Bolsonaro deixa o posto de presidente mais mal avaliado desde a redemocratização na série do Datafolha.

A distinção volta a Fernando Collor, que tinha 41% de ruim e péssimo e 18% de ótimo e bom com um ano e seis meses de governo, em 1991.
(Matéria do Valor Investe)


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