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eiro o POVO

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

QUADRILHA FORTEMENTE ARMADA EXPLODE DUAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS NA CIDADE DE URUOCA

Atualizada as 20hs
Capsulas de balas que restaram na ação da quadrilha (Imagens: Vc .Repórter via Whatsapp)
Uma quadrilha fortemente armada explodiu duas agências bancárias na cidade de Uruoca, região Norte do Estado (a 225 Km de Fortaleza). A ação ocorreu durante a madrugada desta sexta-feira (2) e a Polícia permanece em diligências no sentido de localizar e prender os criminosos.   O ataque ocorre no dia útil do mês quando as agências iniciam o pagamento de servidores municipais.

Agências bancárias (Imagens: Vc .Repórter via Whatsapp)
Imagens mostram que os criminosos agiram contra as agências do Banco do Brasil e do Bradesco, numa ação simultânea. O bando armado invadiu a cidade por volta das 2 horas da madrugada e surpreendeu os policiais do Destacamento da PM e da delegacia de Policia Civil, atacando as agências e a unidade policial para impedir que os policiais reagissem. Além de fortemente armados, os criminosos contavam com artefatos que foram utilizados na explosão de caixas eletrônicos.
Delegacia de Policia Civil de Uruoca (Imagem: Vc .Repórter via Whatsapp)

Em entrevista ao DN o comandante da Área Integrada de Segurança (AIS) 14, tenente-coronel Assis Azevedo, disse que a quadrilha conseguiu explodir caixas eletrônicos apenas no Bradesco, onde pode ter sido furtado o dinheiro. No Banco do Brasil, o dinheiro não foi levado, já que o caixa não foi violado.

Na fuga, os assaltantes abandonaram um veículo gol branco utilizado na ação criminosa em uma estrada carroçável.

Este foi mais um ataque a banco semelhante a outros ocorridos no Ceará neste ano. O primeiro de 2018 ocorreu na cidade de Ibaretama no dia 11 de Janeiro, o segundo no dia 24 de janeiro na cidade de Varjota e o terceiro dia 28 em Solonópole. Os criminosos usam sempre a mesma tática, Usam armas de alto calibre, invadem as cidades na madrugada, explodem banco e atiram contra a polícia. Buscam assaltar agências e postos bancários em cidades de pequeno e médio portes, onde o número de policiais é reduzido, o que facilita a ação criminosa e a fuga após o ataque.


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