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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Denúncia junto ao MP pede prisão dos vereadores da situação em Barroquinha

A fraude praticada durante a votação para Presidente da Câmara de Vereadores foi parar no Ministério Público Estadual.

No momento da contagem dos votos, foi verificado que uma das cédulas havia sido adulterada.

O Secretário da Câmara Municipal, Fábio Magalhães, confessou ter alterado a cédula e foi conduzido à Delegacia de Chaval para prestar esclarecimentos.
Enquanto esperava pelo delegado, foi flagrado fugindo do local. 

Após provarem a falcatrua, os 5 vereadores da oposição conseguiram, junto ao Juiz Washington Frota, uma liminar, determinando a reabertura da eleição e a intimação da Presidente Meire Nóbrega. 

Assim como os outros 3 vereadores da situação, Meire Nóbrega não foi encontrada pelo Oficial de Justiça e a Polícia Militar. A eleição realizou-se somente com os vereadores de oposição. Por 5 votos a 0, foi eleito o Vereador Kitinha. 

Após todos os acontecimentos, os Vereadores Genilson e Airton estão pedindo ao Ministério Público Estadual que se manifeste sobre o fato, inclusive com o pedido de prisão preventiva dos Vereadores Amanajás, Meire, Bento, David Júnior e do Secretário da Câmara, Fabio Magalhães.

Até mesmo o Procurador do Município de Barroquinha, Advogado Rildo Veras, reconheceu a fraude praticada na eleição da Câmara de Vereadores. Em seu perfil pessoal no Facebook, ele postou:
"Sempre sabíamos que não teríamos votos para vencer. Fazer essa manobra foi lamentável para a democracia. Vence quem tem voto e não quem tem maldade".  
*Camocim Online - foto: Tadeu Nogueira




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