quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Defesa do prefeito de Granjeiro nega morte por queima de arquivo


A defesa do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, assassinado na ultima terça-feira, 24, com três tiros desferidos por dois desconhecidos, nega que o prefeito tenha sido morto por queima de arquivo. A informação é do portal O INTRIGANTE.

A matéria teve como fonte a colunista Denise Rothenburg do jornal Correio Braziliense.

Na nota, o advogado Igor Cesar Rodrigues dos Anjos lamenta a morte do gestor e reconhece a boa índole de João do Povo, como era conhecido pela população de Granjeiro. Segundo ele, João era vítima de perseguição política por parte de seus adversários, principalmente por aqueles que queriam seu cargo na gestão municipal.

Igo Cesar também ressalta que não foi provada nenhuma acusação de corrupção em relação ao seu cliente, João Gregório.
Investigações

Desde que o prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto (PL), o ‘João do Povo’, 54, foi executado, na última terça-feira (24), a Polícia Civil do Ceará (PCCE) realiza levantamentos com diversas equipes para descobrir a motivação e a autoria do homicídio. Entre as linhas de investigação estão a atuação política na região e a hipótese de crime passional.

Ao ser questionado ontem sobre as duas possibilidades apuradas pela reportagem, o diretor de Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI-Sul), delegado Ricardo Pinheiro, confirmou que “não é descartada nenhuma das hipóteses”, mas não quis entrar em detalhes sobre as duas linhas de investigação. “Estamos levantando todas as possibilidades. Não descartamos outras hipóteses também”, completou.

Posse de vice-prefeito

Os vereadores do Município devem realizar reunião junto ao jurídico da Câmara Municipal para decidir quais serão os próximos passos. Tomé assume  Prefeitura de Grangeiro após o assassinato, a tiros, de João Gregório Neto, conhecido como João do Povo.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Granjeiro, Luís Márcio Pereira (PMN), afirmou que ainda não houve tempo hábil para definir os detalhes sobre a posse. “Devido a essa correria, as homenagens e a dor do momento, a gente não teve como se reunir”, explicou. Pereira decretou luto oficial de três dias no município pela morte de João do Povo.



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