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quarta-feira, 18 de março de 2020

Professor universitário é um dos diagnosticados com coronavírus no Ceará após viagem a Londres


11 casos foram confirmados no Ceará. (Foto; reprodução)
Um professor universitário é um dos diagnosticados com coronavírus no Ceará. O cearense José Macêdo, docente do Departamento de Computação da Universidade Federal do Ceará (UFC), disse que realizou o exame por precaução, após uma viagem a trabalho para Londres, e recebeu a confirmação que estava com Covid-19.

A Secretaria Estadual da Saúde do Ceará (Sesa) divulgou, nesta terça-feira, o último boletim epidemiológico contabilizando 11 casos de Covid-19 no Ceará. Os diagnosticados com a Covid-19 estão distribuídos por Fortaleza (9) e Aquiraz (1), na Região Metropolitana. Uma outra pessoa diagnosticada com a doença não é residente do estado, sendo de São Paulo.

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 6h50 desta quarta-feira (18), 350 casos confirmados de novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil em 17 estados e no Distrito Federal. A primeira morte foi por coronavírus foi confirmada nesta terça-feira (17) pelo governo de São Paulo.
O professor viajou a trabalho para Londres. Após retornar, soube que outras pessoas com quem teve contato na viagem estavam infectados.

"Eu tive numa missão de trabalho em Londres há uns 14 dias e na última sexta-feira eu soube que duas pessoas que estavam na comitiva foram detectadas como positivo no teste", conta Macêdo.

A comitiva ainda passou por Copenhage, na Dinamarca. Os outros dois infectados são de Brasília e de Santa Catarina.
Isolamento
O professor procurou o Hospital São Mateus, em Fortaleza, logo depois que soube do risco de também estar infectado. Contudo, ele não precisou permanecer no hospital e está isolado na própria casa. Por hora, Macêdo faz uso de medicamentos leves para gripes comuns.

"Eu moro com minha esposa e meu filho e eles não foram avaliados porque eles não tem sintomas e a sugestão do secretário (da Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, com quem tem contato) é que eles fiquem em casa isolados e evitem hospital", pontua.

Mesmo com o isolamento, o professor teve o cuidado de alertar sobre a situação a outras pessoas com quem manteve contato.

"O isolamento é a única maneira de você conseguir parar a propagação. Todos os meus alunos, pessoal do laboratório, do departamento, vão ficar, a partir de hoje, sete dias isolados", diz.

Dicas de prevenção
 *G1


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