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terça-feira, 14 de julho de 2020

Ministério Público investiga carreata em meio à pandemia em Coreaú


Aglomeração de pessoas teria sido para comemorar asfaltamento de ruas; ato pode configurar crime eleitoral e de desrespeito ao decreto de isolamento social.
Diante dos vídeos que circularam nas redes sociais, mostrando aglomeração de pessoas, o promotor do município, Irapuã Dionísio, abriu um procedimento para investigar a realização do ato. Ele pretende averiguar se pode se configurar crime eleitoral. O prefeito da Cidade é pré-candidato à reeleição.

O procedimento não configura uma ação judicial e tem até 90 dias para ser concluído, mas o promotor assegura que quer encerrar em 45, após ouvir os envolvidos.

"Pode ter sido uma carreata espontânea, mas já abrimos um procedimento para investigar o caso. Vamos notificar a Prefeitura para se manifestar e ouvir os envolvidos", disse o promotor, ao reiteirar que o movimento poderia indicar crime previsto no artigo 73 da Lei Eleitoral, que estipula as condutas vedadas a agentes públicos.

Além disso, o representante do Ministério Público encaminhou os vídeos ao delegado do município para que investigue crimes relacionados ao descumprimento do decreto do governador Camilo Santana de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus. 
Comunicado nas redes

Em nota, também nas redes sociais, o prefeito Carlos Roner reforça que não tem qualquer relação com a carreata. Ele disse ainda ser favorável à liberdade de manifestação, mas que é contra a aglomeração de pessoas diante do momento grave da pandemia do coronavírus.

O Ministério Público Estadual abriu um procedimento para investigar uma carreata que ocorreu na noite de segunda-feira (13) no município de Coreaú. O ato reuniu várias pessoas em carros e motos e houve até queima de fogos, tudo em meio à pandemia do novo coronavírus.

Segundo moradores do distrito de Ubaúna, o evento teria acontecido em comemoração a ações de asfaltamento nas ruas do distrito e teria sido feito por apoiadores do prefeito da Cidade, Carlos Roner. O gestor, que não participou do episódio, nega que tenha qualquer relação com a carreata. via diário do nordeste

Com informações via Coreaú portal de notícias



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