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terça-feira, 19 de março de 2019

Famílias estão desabrigadas em Crato, no Ceará


Foto Ceará agora
Lixo lama e galhos de árvores foi o cenário encontrado nas ruas centrais do Crato, na manhã desta terça feira, dia 19, após o transbordamento do canal do Rio Granjeiro, principal afluente que corta a cidade. No comércio os comerciantes fazem uma força tarefa para retirar a lama que adentrou em seus estabelecimentos comerciais. Os moradores, que residem as margens do canal do Rio Granjeiro, na avenida José Alves de Figueiredo, lamentam a perda de móveis e quase tudo que tinham em suas residências.

 Conforme a defesa civil do município, disse ao site do Amaury Alencar, três famílias estão desabrigadas e aguardam serem removidas para o aluguel social, ainda de acordo com a defesa civil um idoso de 98 anos teve a sua casa interditada por ser uma área de risco, mas se recusou a sair de sua casa.

 além das famílias que residem na localidade denominada Favelinha próximo ao mercado publico Walter Peixoto, serão levados para outro local e serão atendidos pelo programa aluguel social. 

      O secretário de meio ambiente do Crato, Brito Junior, afirmou que a prefeitura está fazendo uma força tarefa para limpar as ruas centrais, estamos com caminhões e máquinas trabalhando desde ontem a noite, tão logo soubemos da forte chuva, a nossa meta e desobistruimos  as ruas para que o trânsito possa fluir normalmente, o trcho que há mais lama e da rua da vala até o mercado publico Walter Peixoto, conluiu ele.

 a reportagem visitou hoje pela manhã, as margens do canal do Rio Granjeiro, e pode constatar que há um grande numero de curiosos se aglomerando próximo ao canal do Rio Granjeiro acompanhando os trabalhos. 

     O prefeito José Ailton Brasil, disse que desde ontem a noite está visitando as famílias desabrigadas percorrendo as ruas centrais, e mobilizando toda a equipe administrativa do município, para socorrermos essas pessoas, recebi uma ligação do governador Camilo Santana, e ele se solidarizou com as pessoas e se colocou a disposição de toda a população do Crato, ele só não veio nesta terça feira, ao Crato, porque está em outro compromisso.

 mas, está enviando o secretário adjunto da secretaria estadual das cidades Quintino Veira, para juntos pensarmos em viabilizar um projeto que seja definitivo, e com isso encontrarmos uma solução para esse problema.

   Já o secretário de infraestrutura do Crato, José Muniz, disse na manhã desta terça-feira para a equipe  que a prefeitura está estudando a possibilidade de fazer um decreto de emergência no município. Ainda de acordo com o secretário, a prioridade no momento é de atender as famílias e levantar os danos.
Foto Amaury Alencar

Uma equipe de assistentes sociais está realizando o trabalho para sensibilizar e tentar retirar as famílias que ainda querem permanecer na área de risco. De acordo com a coordenadora da Defesa Civil do Crato, Josimere de Melo Silva, a área de risco do Canal já é mapeada.

A coordenadora disse também que houve falha no sistema de alerta. "Nos pegou de surpresa, nós temos um sistema de alarme e não foi repassado pra gente que ia ter esse transtorno", disse. 

              Questionada pelo site do Amaury Alencar,  sobre esse momento de apreensão e medo a catadora de Resíduos recicláveis, Edileusa  Gomes, enfatizou que foi um momento de medo e desespero eu jamais esperava por uma situação dessa, e eu meus cinco filhos estão desamparados  não tenho agora para onde ir, de ontem para hoje dormi no meu da rua só espero que as autoridades vejam a nossa situação perdi tudo, destacou ela.  

           Após uma reunião que ocorreu na manhã desta terça feira, o prefeito José Ailton Brasil, disse que a câmara municipal irá ser convocada na próxima sexta feira, para votar e aprovar o projeto de lei a ser enviado pelo poder executivo, para o pagamento do aluguel social as familias desabrigadas. na quinta feira, iremos decretar situação de emergência para aquela vulnerável do canal do Rio Granjeiro, que fica próximo ao mercado publico municipal, afirmou o gestor.
Blog do Amaury Alencar com dados do Diário do Nordeste




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