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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Novas adesões fortalecem oposição em Martinópole


Depois de a oposição formalizar grande aliança para as eleições 2020, novas adesões ao grupo continuam acontecendo em Martinópole (Foto: reprodução Facebook)
A oposição de Martinópole recebeu com muita alegria a adesão politica de Gilson Balbino figura marcante e atuante nas campanhas do grupo da situação em Martinópole.

A adesão que conta também com importantes líderes políticos vereadores João Sampaio, João Neto, Betão, Ney Monte, Fábio Cunha, Robertinho, Dione Smith e outras lideranças municipais, sinaliza que o projeto politico liderado pelo pré-candidato James Bel, ex vereador Felipão e seu irmão Dr. Nilson Jr. continua se fortalecendo no município. Se a oposição se fortalece, a situação vem enfrentando dificuldades para agregar adesões.

Entenda mais

Após união de fortes lideranças politicas de Martinópole (AQUI), novas adesões ao grupo de oposição continuam acontecendo na cidade, desta vez Gilson Balbino figura marcante e atuante nas campanhas do grupo da situação, resolve mudar para a oposição. Quem conhece a política de Martinópole sabe da importância dessa adesão para oposição.

Conforme informações divulgadas nas redes sociais, importantes lideranças politicas de Martinópole se unem na tentativa de desmontar em 2020 o atual grupo de situação, onde o qual só ganhou com 21 votos de diferença nas eleições de 2018 se considerado a votação dos deputados estaduais: Romeu Aldigueri X Sérgio Aguiar, este ultimo, apoiado pelo líder politico de Martinópole James Bel.

Ainda segundo informações, o atual prefeito vem sofrendo um forte desgaste na sua gestão. Falta remédios nos postos de saúde, médico plantonista no hospital, merenda escolar, além dos problemas no transporte escolar. Conforme relatos da população, servidores foram perseguidos no início da gestão, promessas de campanhas não foram cumpridas, como por exemplo, (geração de empregos, construção de um hospital e mercado modelo).

A quem diga que votar em "nome do pai" foi o pior erro da história politica de Martinópole, pois quem governa é o filho.



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