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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Ainda na espera da diferença salarial de 2018, professores de Quixadá poderão ficar sem o reajuste de 2020


Os professores iniciaram o ano de 2020 com motivos para comemorar, é que o Ministério da Educação divulgou que o reajuste do piso da categoria será de 12,84%. Valor bem acima da inflação. Com a correção, o valor inicial dos salários passaria de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15. Esse valor corresponde aos vencimentos iniciais dos profissionais das redes públicas com formação básica, de nível médio e jornada de 40 horas semanais.

Algumas prefeituras cearense já manifestaram que seus professores receberão o mês de janeiro com o reajuste concedido pelo Governo Federal. Contudo, a alegria dos profissionais do município de Quixadá pode durar pouco. Acontece que, os professores ligados a prefeitura da Terra dos Monólitos já lutam há dois anos para tentar receber 3,81%, que o prefeito Ilário Marques (PT) não concedeu em 2018, e com isso deixou os vencimentos da categoria defasados. E dessa vez a notícia, também, não é boa.

Na manhã desta terça-feira (14), a redação do Monólitos Post entrou em contato com a secretária de Educação de Quixadá, Lígia Saraiva. Ela falou sobre o assunto, mas não confirmou se a Prefeitura Municipal de Quixadá concederá o aumento, pelo contrário, disse que a concessão do reajuste está condicionada a um estudo que o prefeito Ilário Marques mandou fazer. “O prefeito pediu para que fosse feito um estudo e ai é que a gente vai fazer uma análise nesse estudo”, comentou Lígia Saraiva. Indagada sobre a diferença de 2018, ela completou “ele (prefeito) está fazendo um estudo tudo baseado nesse ai também”.

Para que a prefeitura possa conceder o aumento muitas vezes os professores se valem da ajuda do sindicato dos servidores, entretanto, nos últimos três anos os dirigentes dessa instituição mantém o silêncio sobre as cobranças dos direitos das mais diversas categorias que compõem o serviço público municipal, tanto que os profissionais ainda esperam a diferença de janeiro de 2018, ou seja, dois anos e nenhuma resposta.
*Fonte: Monólitos Post 


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