sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Camilo diz que terceira onda de Covid está passando e que não fará mudanças em decreto

 

Governador diz que para garantir recuo da pandemia é necessário que população se vacine com a terceira dose contra covid

O governador Camilo Santana (PT), em transmissão ao vivo em suas redes sociais, nesta sexta-feira (11) afrmou que o atual decreto de isolamento social vigente no estado permanece sem alterações. A decisão, segundo o governador, é por conta da melhora nos indicadores da pandemia. Entre as autoridades sanitárias do Ceará, o consenso é que a terceira onda de covid-19 está arrefecendo.

 

“Por conta das boas notícias que nós estamos vendo, não teremos nenhuma mudança no decreto que está em andamento”, diz Camilo. O governador pede que a população tome a 3ª dose de reforço, pois segundo ele, a imunização é o que tem garantido o enfrentamento eficaz. “A dose de reforço é justamente para reativar a imunidade da população”, complementa.

 

A insistência no pedido de vacinação ocorre porque dos mais de 16 milhões de doses aplicadas no Ceará, até esta sexta-feira, apenas 31,5% são doses de reforço. De acordo com o secretário da Saúde, Marcos Gadelha, a adesão da população acima de 18 anos para a terceira doses é essencial, porque o imunizante tem um tempo, nas palavras dele, de funcionamento, e que o reforço é importante para revigorar a imunidade do vacinado. “O que a gente percebe é que boa parte das pessoas na tereceira onda adquiriram imunidade, que foi causada pela vacina”, argumenta.

 

Segundo Camilo, todos os principais indicadores da pandemia apresentam queda, dentre eles, número de óbitos, internações e positividade. Já Gadelha diz que, graças às medidas de isolamento e à vacinação, o Ceará está saindo da terceira onda de covid tão rápido quanto entrou.

 

Decreto vigente

 

O decreto que continuará em elimina ponto facultativo para entidades e órgãos públicos durante o carnaval. Ele ainda pede que comércio, instituições de ensino, serviços e indústria funcionem normalmente.

 

Ainda de acordo com o documento, os dias trabalhados durante o carnaval devem ser compensados no futuro aos trabalhadores.


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